quinta-feira, 18 de agosto de 2016

PRESS RELEASE DO LIVRO: “ A SÉTIMA CASA”

Melissa é uma adolescente de vida e hábitos comuns, que mora com a mãe com quem tem uma forte relação de companheirismo e lida com dramas e inseguranças típicos de sua idade. Até seu primeiro contato com o sobrenatural.
Inicialmente ela conhece esse universo através dos sonhos e a experiência que dividia com sua melhor amiga Lisa, que era a única com quem ela sonhava.
Após a partida de amiga, que some misteriosamente, um novo personagem aparece em seus sonhos. Um rapaz sem rosto que a acompanha.
Ao conseguir seu primeiro emprego, ela conhece Sebastian, seu supervisor. De volta aos sonhos, ela descobre ser ele o rapaz sem rosto.
Seus sonhos eram demasiadamente reais e em sua convivência com Sebastian ela apaixona-se por ele. Porém as manifestações passam a se evidenciar quando ela completa 18 anos.
Após uma tentativa frustrada de lhe contar alguma coisa, Sebastian também desaparece. Á prior ela renega suas habilidades pensando estar enlouquecendo. Após aprender a lidar com o que passa a chamar de “dom”, ela começa a projetar-se para outras realidades alternativas quando alguma situação não lhe agrada.
Livro escrito pela autora: Elaine Rossi
Publicado pela Chiado Editora
Possui 397 págs
Gênero literário: literatura nacional, ficção, romance, literatura fantástica.

Breve biografia da autora: cresceu em São Paulo. Formou-se em Administração com ênfase em Marketing. Empreendedora, tornou-se sócia de seu primeiro empregador aos dezenove anos. Atualmente presta consultoria comercial e vive em São Paulo com os filhos. Movida por sua paixão por literatura desde os onze anos, encorajou-se a escrever seu primeiro romance ficcional.
RESENHA: PERSEGUIÇÃO – O ESPELHO DO MONGE


Ficha técnica

Autora: Rosana Dias Vitachi
Editora: Chiado
Saga: O espelho do monge volume II
Ano: 2016 – SP
Gênero: literatura nacional, literatura fantástica.
IBSN: 978-989-51-7272-6

Este segundo momento que complementa a história tratada no “Espelho do Monge”, o foco é a vida de Arthur e Safia, que se conhecem na aventura que começa no primeiro volume, mas que agora toma outras formas.
Eles acabam formando uma família e o que foi conquistado junto ao Rei, às descobertas de cada um transformaram a vida deles. Safia teve a exceção de que ela pudesse encontrar o Rei e esclarecer suas dúvidas através qualquer espelho.
Como Deus falava com José em sonho e por intermédio dos anjos a família de Arthur e Safia passa por suas dificuldades como todos que desejam constituir família onde a verdade e a honestidade sejam normas que regem a condução da família, mas está família também é agraciada e o Rei envia um mensageiro para falar com Arthur fazendo com que ele tome cuidado em determinadas situações (esse mensageiro é o anjo protetor do espelho do monge chamado Seth).
A casualidade faz com que certas vivências de ordem morais como a igreja católica chamam de pecados capitais, como a luxuria é uma das adversidades que este jovem casal, assim como muitos no dia a dia também tem que ter moderação para poder superar e não se magoarem, mas juntos, unidos fazer a família um local de paz e de superação.
O respeito e a sinceridade do jovem casal é um aspecto que além de intrigar evita muita discórdia, mesmo nos momentos onde pensamos melhor não falar, mas como diz o ditado popular: “a mentira feri mais de mil vezes e a verdade uma vez apenas”.
É uma leitura leve e mesmo com muitas adversidades ela flui rápido, e muitas das adversidades que prende a atenção do leitor fazendo com que você queira carregar o livro para todo lugar junto de si (ou até o faça), eu por acaso não fiz isso ok?



  



RESENHA: A CADERNETA VERMELHA

Ficha técnica

Autor: Antoine Laurain
Editora: Alfaguara
Ano: 2016 – RJ
Gênero: ficção francesa, romance, drama, literatura estrangeira.
ISBN: 978-85-5652-013-5
 
Um drama com pitadas de romantismo, junto com algo investigativo, ou seja, um livro que prende o leitor do começo ao fim, fazendo com que o mesmo deseje que o livro não acabe em contra partida fica dividido porque o leitor quer ter ciência de como vai desenrolar a história.
Sou suspeita tem muitos conteúdos que eram segredos meus de desejo que algo semelhante acontecesse... Confesso que o término do livro me gerou uma tristeza e frustração, mas também uma esperança surgiu, porque muitos dos meus desejos podem ocorrer já que outra pessoa escreveu da forma como havia desejado sem nunca ter partilhado estes segredos íntimos com ninguém, nem com minha sombra. Creio que somente Deus tinha conhecimento.
Como uma tragédia pode tornar-se uma fonte de inspiração e alegria, para quem teve sua bolsa com seus pertences mais preciosos roubados e acaba entrando em coma por uma lesão neste roubo. Depois de ter sido viúva acaba encontrando o amor seguro e maduro.
Apesar das pessoas serem na sua maioria sem caráter, agindo sempre por interesses este livro vem nos lembrar de que também existe gente do bem, que fazem caridade ou atos de bondade por ser da índole da própria pessoa.
Como isso nos da um desejo de suspirar e dizer:
 - nem tudo está perdido! E não somente eu vejo o mundo desta forma mais cor de rosa, existe pessoas que também sabem colorir a vida quando ela está toda branca e preta.
Voltando ao livro, é que ele tem muitos conteúdos a serem discutidos e também simbolismos (uma paixão e conteúdo que estudo há muitos anos), que só fascinaram esta leitora que vós escreveis, afinal dentre muitas ações que realizo junto dos livros, ler é o carro chefe, mas além de trabalho sempre foi algo que me traz imenso prazer e realização.
Como ambos protagonistas em momentos diferentes fazem o mesmo raciocínio e vão à busca um do outro curiosamente da mesma forma. Como se um estivesse esperando o outro, ou melhor, um estivera buscando o outro. Além do prazer em degustar café e ler livros sendo que são livros não muito populares, que causam profundo prazer e satisfação ao leitor.







sábado, 13 de agosto de 2016

RESENHA: COMO EU ERA ANTES DE VOCÊ


Ficha técnica

Autora: Jojo Moyes
Editora: Intrínseca
Ano: 2016 – RJ
Gênero: romance inglês, drama, literatura estrangeira.
IBSN: 978-85-8057-815-7

Will tem a vida bem sucedida, um relacionamento que lhe satisfaz, um acidente faz tudo ruir, além de fazer com que ele se torne totalmente dependente de outra pessoa para executar as tarefas mais simples e corriqueiras como comer, ir ao banheiro, entre outras.
De outro lado temos Louisa, que não se permite sonhar e lutar pelos seus sonhos, ficou presa quanto às provisões financeiras da casa, em ter que ajudar com o sustento da família e nisto os anos se passam e ela não sai da rotina trabalho x casa, além de que sua única distração e saída social era ir trabalhar, logo trabalhar era prazeroso e não um sacrifício levando em conta sua restrita e limitada vida por conta da sua dedicação exclusiva a família. Seu namorado é apenas mais um que ela faz a vontade, a forma como se coloca perante as pessoas é de grande submissão e porque perguntar o que de fato ela quer ou gosta, já que ela mesma não luta nem demostra ambição para com as suas realizações e conquistas.
A vida faz com que os dois tenham que conviver um porque precisa dos serviços de Louisa e ela porque precisa do seu salário para ajudar a manter a família que passa por uma crise financeira.
Porém tem um elemento que ambos não levam em conta, o quanto um acaba completando o outro e ensinando pequenas-grandes coisas nunca vividas, diria que são alma que se completam.
Creio que o ponto mais complexo: é quando Clark como Will sempre a chamou além de terem se apaixonado e cultivado um afeto tão forte entre si que quando ela descobre os projetos não muito bons de Will. Gera uma frustração e um sentimento de traição, mas também um desejo incontrolável de provar que viver ainda vale a pena mesmo com limitações.
Porém Will deixa claro que as dores no corpo o incomodam, a limitação também, mas deseja-la e não poder ter Clark do jeito que ele ousou num momento de “fraqueza” desejar, sonhar como a vida dele poderia ser menos complexa. Isso faz dele uma pessoa que a dor da limitação de seus sonhos e desejos o condene a única solução racional...
Ainda Will tinha todo um suporte de médicos, fisioterapeutas, cuidadores etc. Sua condição financeira e de sua família permitia e quem fica tetraplégico e não possui tantos recursos?
Temos que relevar também que a dor não é algo que possa ser medido, pois a mesma situação para pessoas diferentes geram reações diferentes.
Tem muitas situações embaraçosas, hilárias e também interessantes e deixo você, degustar sozinho e tirar deste livro muitas lições valiosas para o VIVER. Eu não comentei antes e não fiz questão de dar enfoque, é importante pensar no sentimento de pena e no preconceito que a sociedade descaradamente faz distinção para cadeirantes e não cadeirantes.





sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Press-Release

Ficção fantástica aborda a origem dos jogos de tabuleiros


E se os jogos de tabuleiros, criados desde os tempos imemoriais, tivessem um ancestral em comum e partilhassem de uma única tábula? E se jogos como o xadrez, o ludo, o senet e diversos outros originados no Oriente, e que ganharam o mundo, fossem o resultado de um tabuleiro primordial artesanalmente pensado por magos de um conselho real?
Esse é o mote de QU4DRI — O Tabuleiro Mágico, a primeira ficção fantástica escrita por Ednei Procópio nos intervalos de seu trabalho enquanto editor, e que traz ao público leitor uma visão inédita sobre a origem dos jogos de tabuleiro.
Criado por Ednei Procópio, um dos maiores editores especialistas em livros digitais do País, inspirado nos mais antigos passatempos da humanidade, QU4DRI — O Tabuleiro Mágico, não é só uma ode aos ancestrais boardgames mas é, antes de tudo, um convite à imersão em um universo místico.

Os mistérios que rondam o Reino dos Quatro Cantos do Mundo

O Rei dos Quatro Cantos do Mundo parece não só ter se ausentado do trono, mas deixado aos seus súditos uma herança de incertezas. Para complicar ainda mais a transição da regência, o concílio responsável por ungir um novo monarca, formado por uma quadríade de magos, entrou em desacordo sobre o processo de coroação de um sucessor.
QU4DRI — O Tabuleiro Mágico narra eventos de um mundo isolado, em um universo paralelo, por uma magia incomensurável. Forças ocultas instauraram o caos e batalhas sem precedentes desolarão um Reino que sempre viveu tranquilamente da fabricação artesanal e da exportação dos inocentes jogos de tabuleiro.



A busca por um artefato lendário

Uma influente professora da Escola de Jogos da Magia, situada na Província Real de Grimoire, foi convocada pelo então monarca do Reino dos Quatro Cantos do Mundo para integrar uma comitiva cujo destino e missão são cercados por mistérios.

Por motivos ainda desconhecidos, a professora não retorna de sua convocação e seu desaparecimento vira sofrimento para a família. Em especial para seu companheiro, um súdito que trabalha a serviço do Reino e que ganha a vida como escriba na Biblioteca de Grimoire.

Em QU4DRI — O Tabuleiro Mágico é o próprio Escriba Real quem narra suas peregrinações na busca da verdade sobre o desaparecimento de sua amada esposa. Escriba está se redescobrindo em uma jornada de esperança, aventuras e de novos aprendizados. Conhecimentos ancestrais, porém, mudarão dramaticamente seu modo de compreender o mundo.

A busca por um tabuleiro mágico

O Escriba da Biblioteca Real da Província de Grimoire aprendeu, com seu Mestre, que sempre que buscamos por algo, é algo que acaba por nos encontrar.

Na busca pela verdade sobre o desaparecimento de sua amada esposa, cujo paradeiro é um enigma, Escriba descobre uma sociedade secreta influente e destemida. Criada por Sábios da Antiguidade, a Ordem dos Magos Supremos está envolvida na manipulação de artefatos mitológicos, em especial um tabuleiro mágico, capaz de instaurar uma nova dinastia no Reino dos Quatro Cantos do Mundo.

Às sombras de uma revolução, cercado por questões existenciais, Escriba testemunhará o emergir de um novo mundo, sombrio e desumano, devastado por uma iminente guerra.



quarta-feira, 29 de junho de 2016



RESENHA: A ESCASSEZ

Ficha técnica
Autora: Vania Araújo
Editora: Scortecci
Ano: 2015 – SP
Gênero: literatura brasileira, política.
ISBN:978-85-366-4129-4


Hoje onde se comenta tanto sobre o que é certo, e o que é errado quanto a atitudes sociais e políticas consideradas adequadas ou inadequadas. Este livro abrange de forma ampla e profunda questões muito essenciais para a existência humana, que antecede a ações sociais e politicas.
O sobreviver em situações sub-humanas é muito mais difícil e complicado do que escolher qual político ficará no ministério da casa civil? Quem será o assessor da presidência? Questões importantes, mas que são pequenas perto de existir a possibilidade real de fazer uma refeição por dia, de ter condições de higiene para zelar pela saúde.
Poder ter acesso à vacina e a medicamentos de prevenção, ou mesmo quando doente este provável morador de rua será julgado como “vagabundo”, “bêbedo”, “preguiçoso”. Mas questiono ele tem condições para ir à busca de algo?
É fácil julgar pelo que vemos. Porque não questionar o que faz uma pessoa chegar a viver em condições que nem animais de rua conseguem viver?
Olhar um adulto e ver pele e osso, onde estes ossos podem ser contados, podemos também em pensar adiante e refletir sobre onde existe a pobreza e a miséria da alma humana que não consegue se compadecer com o sofrer do outro.
Quer aprender mais? Leia o livro que foi feito para pessoas maduras e com a mente aberta para que talvez seu coração seja tocado pelas palavras que contém este livro e seja mais um ser que aja com misericórdia sobre seu semelhante.
Venha fazer a diferença!





terça-feira, 14 de junho de 2016


RESENHA: NÃO PARE!

Ficha técnica

Autora: FML Pepper
Editora: Valentina
Ano: 2015 – RJ
Trilogia: volume 1
Gênero: literatura nacional, literatura fantástica, livro em série, “best-seller” da Amazon.
IBSN: 978-85-65859-66-0

Nina é uma garota híbrida, mas que acredita que nasceu com uma anormalidade é o que ela acreditou durante boa parte da sua vida. Seus olhos se assemelham com os dos animais repteis como lagartos e cobras. O que a incomodava porque como toda adolescente quer ser diferente sendo igual ao gueto que aproximou.
Mas ela tinha outro agravante, mudava muito de cidade sem grandes explicações de sua mãe que lhe criou, tendo horror em falar sobre a paternidade dela, e ela sempre indagava tanto sobre as mudanças repentinas como sobre seu pai.
No decorrer do livro, observamos muitos aspectos de conceitos relacionados ao cristianismo, como parábolas e alguns episódios muito característicos a espiritualidade cristã. O curioso é que para explicar o que não acaba sendo realmente explicado, mas fica subentendido graças aos simbolismos usados pela autora em retratar algo que é inato a todo ser vivo: a MORTE!
 É necessário para o ciclo da vida que o individuo nasça, cresça se desenvolva e depois que deixar sua contribuição para a humanidade parta (morra) dando continuidade ao ciclo da vida com as outras gerações que virão após este que deu início.
Num mesmo episódio para explicar a existência das quatro dimensões e como foram criadas temos o dilúvio, parábola dos talentos, parábola do filho pródigo, quando o anjo se corrompe querendo ser Deus, ressureição de Cristo que Ele vai até o inferno (Vértice) para tentar salvar a todos.
Citei as passagens Bíblicas e que de forma simbólica se encontram na obra quando Nina começa a descobrir a existência das quatro dimensões, e porque de duas tornou-se quatro. Claro que os nomes e alguns dados muito específicos são criação da autora, tendo sido influenciada de forma consciente ou não sobre aspectos cristãos. Um detalhe que ainda não sei quanto é verdadeiro é os sentimentos contraditórios do real resgatador de Nina.
Como a forma que ela foi gerada, sendo racionalmente impossível imediatamente recordou-me sobre a concepção de Cristo, e o dogma de fé que diz que Maria é mãe do salvador. Maria é imaculada desde sua concepção, e que ela permaneceu imaculada e virgem mesmo tendo tido parto normal de Cristo – Emanuel – Deus conosco.
Mas sei que muitas das minhas dúvidas e anseios serão saciadas conforme consiga ler os outros volumes. Mas está leitura além de agradabilíssima recheada de arquétipos cristãos e de onde eu vim e para onde eu vou. Questionamentos que são pertinentes a todo ser humano, quanto mais um adolescente que está prestes a fazer seus 17 anos, e que tem o privilégio de conhecer varias culturas, países.
Porém quem lhe dá segurança é quem racionalmente deveria temer: a morte. Será que Nina mesmo jovem percebe que a única e real certeza da vida é que um dia deixaremos de existir? Por isso ela não teme seus resgatadores?
Creio que seja isso e muito mais... Como diria uma professora minha da faculdade: “falta peça deste quebra-cabeça!”. Confesso que não vejo a hora de terminar de decifrar, ou melhor, “monta-lo”.
Até breve!