sexta-feira, 7 de outubro de 2016

RESENHA: OS PRINCÍPES ENCANTADOS TAMBÉM VIRAM SAPOS


Ficha técnica

Autora: Megan Maxewell
Editora: Objetiva – RJ
Selo: Suma das letras
Ano: 2015
Gênero literário: ficção espanhola, romance, literatura estrangeira.
ISBN: 978-85-8105-289-2


Vou começar pelo comentário que eu ouvi e que me fez refletir: “está capa não é como eu imaginava...”.
Creio que quando se fala em príncipes se associa a castelos, reinados e princesas, nenhuns destes componentes têm na capa, apenas uma linda flor amarela que remete ao Havaí, local que também faz parte da contextualização da história.
Como também este livro tem mulheres reais que são vista como princesas e respectivamente ao seu parceiro que é um homem real, com dilemas reais e que a realeza dos personagens está nas escolhas acertadas. Não são dinheiro, nem ascendência nobre que faz alguém ser príncipe, mas a forma como conduz com caráter e retidão e se for necessário reparar , é a forma mais nobre e correta para condução  do caráter de um nobre.
Confesso que em muitos momentos durante minha leitura me peguei parada, refletindo o que eu faria se estivesse na situação de Cat?
A autora descreve Cat como uma mulher assertiva e que também mesmo que escondida, como muitas de nós vai desabafar com o amigo – travesseiro e lá ficar deixando fluir tudo que tem direito para que consiga ser forte novamente no dia seguinte.
Quantas vezes eu ou você não agimos como Cat, que deixa seu eu mulher está tão fragilizado por varias situações que você levanta prepara o café da manhã, leva seu tesouro a escola (filhos), volta e fica deitada abraçada com o amigo travesseiro porque está passando por situações difíceis e precisa de seus momentos de desabafo. Quando os pequenos retornam parece que está tudo como devia, mas só você sabe como está sendo difícil manter-se de pé.
Ou quantas vezes nós agimos como Terry, lema: diversão acima de tudo. Mas na verdade não está feliz e fica usando da sensualidade para tentar preencher um vazio...
Uma matriarca que vê suas filhas sendo infelizes, mas os “caras” que deveriam se fazer presentes e serem príncipes, também tem seus dilemas próprios e que nem estas donzelas são princesas com sangue azul. Porque em outro momento também erram e como mostrar para estes homens e mulheres que amar é uma escolha e perdoar também.
Isso pode parecer com a descrição da sua vida, mas creia é o conteúdo do livro...
Todos são seres humanos e cometem erros e acertos, porque tem qualidades e defeitos. É complicado receber um telefonema e descobrir de uma forma súbita que seu marido com quem você sempre acreditou ser bem casada e teve filhas lindas. Também tinha outra família em outra cidade na qual ele dizia ir lá a trabalho.
Como reagir? Como contar? Será que fiz algo para facilitar?
O que você faria no lugar de Cat?
Agiria como ela? Puxa, não sabe como ela reagiu?
Então boa oportunidade para ler um livro que vai lhe ensinar muito. Tenho certeza que a vida desta família que terá grandes reviravoltas irá te conquistar.


















quinta-feira, 18 de agosto de 2016

PRESS RELEASE DO LIVRO: “ A SÉTIMA CASA”

Melissa é uma adolescente de vida e hábitos comuns, que mora com a mãe com quem tem uma forte relação de companheirismo e lida com dramas e inseguranças típicos de sua idade. Até seu primeiro contato com o sobrenatural.
Inicialmente ela conhece esse universo através dos sonhos e a experiência que dividia com sua melhor amiga Lisa, que era a única com quem ela sonhava.
Após a partida de amiga, que some misteriosamente, um novo personagem aparece em seus sonhos. Um rapaz sem rosto que a acompanha.
Ao conseguir seu primeiro emprego, ela conhece Sebastian, seu supervisor. De volta aos sonhos, ela descobre ser ele o rapaz sem rosto.
Seus sonhos eram demasiadamente reais e em sua convivência com Sebastian ela apaixona-se por ele. Porém as manifestações passam a se evidenciar quando ela completa 18 anos.
Após uma tentativa frustrada de lhe contar alguma coisa, Sebastian também desaparece. Á prior ela renega suas habilidades pensando estar enlouquecendo. Após aprender a lidar com o que passa a chamar de “dom”, ela começa a projetar-se para outras realidades alternativas quando alguma situação não lhe agrada.
Livro escrito pela autora: Elaine Rossi
Publicado pela Chiado Editora
Possui 397 págs
Gênero literário: literatura nacional, ficção, romance, literatura fantástica.

Breve biografia da autora: cresceu em São Paulo. Formou-se em Administração com ênfase em Marketing. Empreendedora, tornou-se sócia de seu primeiro empregador aos dezenove anos. Atualmente presta consultoria comercial e vive em São Paulo com os filhos. Movida por sua paixão por literatura desde os onze anos, encorajou-se a escrever seu primeiro romance ficcional.
RESENHA: PERSEGUIÇÃO – O ESPELHO DO MONGE


Ficha técnica

Autora: Rosana Dias Vitachi
Editora: Chiado
Saga: O espelho do monge volume II
Ano: 2016 – SP
Gênero: literatura nacional, literatura fantástica.
IBSN: 978-989-51-7272-6

Este segundo momento que complementa a história tratada no “Espelho do Monge”, o foco é a vida de Arthur e Safia, que se conhecem na aventura que começa no primeiro volume, mas que agora toma outras formas.
Eles acabam formando uma família e o que foi conquistado junto ao Rei, às descobertas de cada um transformaram a vida deles. Safia teve a exceção de que ela pudesse encontrar o Rei e esclarecer suas dúvidas através qualquer espelho.
Como Deus falava com José em sonho e por intermédio dos anjos a família de Arthur e Safia passa por suas dificuldades como todos que desejam constituir família onde a verdade e a honestidade sejam normas que regem a condução da família, mas está família também é agraciada e o Rei envia um mensageiro para falar com Arthur fazendo com que ele tome cuidado em determinadas situações (esse mensageiro é o anjo protetor do espelho do monge chamado Seth).
A casualidade faz com que certas vivências de ordem morais como a igreja católica chamam de pecados capitais, como a luxuria é uma das adversidades que este jovem casal, assim como muitos no dia a dia também tem que ter moderação para poder superar e não se magoarem, mas juntos, unidos fazer a família um local de paz e de superação.
O respeito e a sinceridade do jovem casal é um aspecto que além de intrigar evita muita discórdia, mesmo nos momentos onde pensamos melhor não falar, mas como diz o ditado popular: “a mentira feri mais de mil vezes e a verdade uma vez apenas”.
É uma leitura leve e mesmo com muitas adversidades ela flui rápido, e muitas das adversidades que prende a atenção do leitor fazendo com que você queira carregar o livro para todo lugar junto de si (ou até o faça), eu por acaso não fiz isso ok?



  



RESENHA: A CADERNETA VERMELHA

Ficha técnica

Autor: Antoine Laurain
Editora: Alfaguara
Ano: 2016 – RJ
Gênero: ficção francesa, romance, drama, literatura estrangeira.
ISBN: 978-85-5652-013-5
 
Um drama com pitadas de romantismo, junto com algo investigativo, ou seja, um livro que prende o leitor do começo ao fim, fazendo com que o mesmo deseje que o livro não acabe em contra partida fica dividido porque o leitor quer ter ciência de como vai desenrolar a história.
Sou suspeita tem muitos conteúdos que eram segredos meus de desejo que algo semelhante acontecesse... Confesso que o término do livro me gerou uma tristeza e frustração, mas também uma esperança surgiu, porque muitos dos meus desejos podem ocorrer já que outra pessoa escreveu da forma como havia desejado sem nunca ter partilhado estes segredos íntimos com ninguém, nem com minha sombra. Creio que somente Deus tinha conhecimento.
Como uma tragédia pode tornar-se uma fonte de inspiração e alegria, para quem teve sua bolsa com seus pertences mais preciosos roubados e acaba entrando em coma por uma lesão neste roubo. Depois de ter sido viúva acaba encontrando o amor seguro e maduro.
Apesar das pessoas serem na sua maioria sem caráter, agindo sempre por interesses este livro vem nos lembrar de que também existe gente do bem, que fazem caridade ou atos de bondade por ser da índole da própria pessoa.
Como isso nos da um desejo de suspirar e dizer:
 - nem tudo está perdido! E não somente eu vejo o mundo desta forma mais cor de rosa, existe pessoas que também sabem colorir a vida quando ela está toda branca e preta.
Voltando ao livro, é que ele tem muitos conteúdos a serem discutidos e também simbolismos (uma paixão e conteúdo que estudo há muitos anos), que só fascinaram esta leitora que vós escreveis, afinal dentre muitas ações que realizo junto dos livros, ler é o carro chefe, mas além de trabalho sempre foi algo que me traz imenso prazer e realização.
Como ambos protagonistas em momentos diferentes fazem o mesmo raciocínio e vão à busca um do outro curiosamente da mesma forma. Como se um estivesse esperando o outro, ou melhor, um estivera buscando o outro. Além do prazer em degustar café e ler livros sendo que são livros não muito populares, que causam profundo prazer e satisfação ao leitor.







sábado, 13 de agosto de 2016

RESENHA: COMO EU ERA ANTES DE VOCÊ


Ficha técnica

Autora: Jojo Moyes
Editora: Intrínseca
Ano: 2016 – RJ
Gênero: romance inglês, drama, literatura estrangeira.
IBSN: 978-85-8057-815-7

Will tem a vida bem sucedida, um relacionamento que lhe satisfaz, um acidente faz tudo ruir, além de fazer com que ele se torne totalmente dependente de outra pessoa para executar as tarefas mais simples e corriqueiras como comer, ir ao banheiro, entre outras.
De outro lado temos Louisa, que não se permite sonhar e lutar pelos seus sonhos, ficou presa quanto às provisões financeiras da casa, em ter que ajudar com o sustento da família e nisto os anos se passam e ela não sai da rotina trabalho x casa, além de que sua única distração e saída social era ir trabalhar, logo trabalhar era prazeroso e não um sacrifício levando em conta sua restrita e limitada vida por conta da sua dedicação exclusiva a família. Seu namorado é apenas mais um que ela faz a vontade, a forma como se coloca perante as pessoas é de grande submissão e porque perguntar o que de fato ela quer ou gosta, já que ela mesma não luta nem demostra ambição para com as suas realizações e conquistas.
A vida faz com que os dois tenham que conviver um porque precisa dos serviços de Louisa e ela porque precisa do seu salário para ajudar a manter a família que passa por uma crise financeira.
Porém tem um elemento que ambos não levam em conta, o quanto um acaba completando o outro e ensinando pequenas-grandes coisas nunca vividas, diria que são alma que se completam.
Creio que o ponto mais complexo: é quando Clark como Will sempre a chamou além de terem se apaixonado e cultivado um afeto tão forte entre si que quando ela descobre os projetos não muito bons de Will. Gera uma frustração e um sentimento de traição, mas também um desejo incontrolável de provar que viver ainda vale a pena mesmo com limitações.
Porém Will deixa claro que as dores no corpo o incomodam, a limitação também, mas deseja-la e não poder ter Clark do jeito que ele ousou num momento de “fraqueza” desejar, sonhar como a vida dele poderia ser menos complexa. Isso faz dele uma pessoa que a dor da limitação de seus sonhos e desejos o condene a única solução racional...
Ainda Will tinha todo um suporte de médicos, fisioterapeutas, cuidadores etc. Sua condição financeira e de sua família permitia e quem fica tetraplégico e não possui tantos recursos?
Temos que relevar também que a dor não é algo que possa ser medido, pois a mesma situação para pessoas diferentes geram reações diferentes.
Tem muitas situações embaraçosas, hilárias e também interessantes e deixo você, degustar sozinho e tirar deste livro muitas lições valiosas para o VIVER. Eu não comentei antes e não fiz questão de dar enfoque, é importante pensar no sentimento de pena e no preconceito que a sociedade descaradamente faz distinção para cadeirantes e não cadeirantes.





sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Press-Release

Ficção fantástica aborda a origem dos jogos de tabuleiros


E se os jogos de tabuleiros, criados desde os tempos imemoriais, tivessem um ancestral em comum e partilhassem de uma única tábula? E se jogos como o xadrez, o ludo, o senet e diversos outros originados no Oriente, e que ganharam o mundo, fossem o resultado de um tabuleiro primordial artesanalmente pensado por magos de um conselho real?
Esse é o mote de QU4DRI — O Tabuleiro Mágico, a primeira ficção fantástica escrita por Ednei Procópio nos intervalos de seu trabalho enquanto editor, e que traz ao público leitor uma visão inédita sobre a origem dos jogos de tabuleiro.
Criado por Ednei Procópio, um dos maiores editores especialistas em livros digitais do País, inspirado nos mais antigos passatempos da humanidade, QU4DRI — O Tabuleiro Mágico, não é só uma ode aos ancestrais boardgames mas é, antes de tudo, um convite à imersão em um universo místico.

Os mistérios que rondam o Reino dos Quatro Cantos do Mundo

O Rei dos Quatro Cantos do Mundo parece não só ter se ausentado do trono, mas deixado aos seus súditos uma herança de incertezas. Para complicar ainda mais a transição da regência, o concílio responsável por ungir um novo monarca, formado por uma quadríade de magos, entrou em desacordo sobre o processo de coroação de um sucessor.
QU4DRI — O Tabuleiro Mágico narra eventos de um mundo isolado, em um universo paralelo, por uma magia incomensurável. Forças ocultas instauraram o caos e batalhas sem precedentes desolarão um Reino que sempre viveu tranquilamente da fabricação artesanal e da exportação dos inocentes jogos de tabuleiro.



A busca por um artefato lendário

Uma influente professora da Escola de Jogos da Magia, situada na Província Real de Grimoire, foi convocada pelo então monarca do Reino dos Quatro Cantos do Mundo para integrar uma comitiva cujo destino e missão são cercados por mistérios.

Por motivos ainda desconhecidos, a professora não retorna de sua convocação e seu desaparecimento vira sofrimento para a família. Em especial para seu companheiro, um súdito que trabalha a serviço do Reino e que ganha a vida como escriba na Biblioteca de Grimoire.

Em QU4DRI — O Tabuleiro Mágico é o próprio Escriba Real quem narra suas peregrinações na busca da verdade sobre o desaparecimento de sua amada esposa. Escriba está se redescobrindo em uma jornada de esperança, aventuras e de novos aprendizados. Conhecimentos ancestrais, porém, mudarão dramaticamente seu modo de compreender o mundo.

A busca por um tabuleiro mágico

O Escriba da Biblioteca Real da Província de Grimoire aprendeu, com seu Mestre, que sempre que buscamos por algo, é algo que acaba por nos encontrar.

Na busca pela verdade sobre o desaparecimento de sua amada esposa, cujo paradeiro é um enigma, Escriba descobre uma sociedade secreta influente e destemida. Criada por Sábios da Antiguidade, a Ordem dos Magos Supremos está envolvida na manipulação de artefatos mitológicos, em especial um tabuleiro mágico, capaz de instaurar uma nova dinastia no Reino dos Quatro Cantos do Mundo.

Às sombras de uma revolução, cercado por questões existenciais, Escriba testemunhará o emergir de um novo mundo, sombrio e desumano, devastado por uma iminente guerra.



quarta-feira, 29 de junho de 2016



RESENHA: A ESCASSEZ

Ficha técnica
Autora: Vania Araújo
Editora: Scortecci
Ano: 2015 – SP
Gênero: literatura brasileira, política.
ISBN:978-85-366-4129-4


Hoje onde se comenta tanto sobre o que é certo, e o que é errado quanto a atitudes sociais e políticas consideradas adequadas ou inadequadas. Este livro abrange de forma ampla e profunda questões muito essenciais para a existência humana, que antecede a ações sociais e politicas.
O sobreviver em situações sub-humanas é muito mais difícil e complicado do que escolher qual político ficará no ministério da casa civil? Quem será o assessor da presidência? Questões importantes, mas que são pequenas perto de existir a possibilidade real de fazer uma refeição por dia, de ter condições de higiene para zelar pela saúde.
Poder ter acesso à vacina e a medicamentos de prevenção, ou mesmo quando doente este provável morador de rua será julgado como “vagabundo”, “bêbedo”, “preguiçoso”. Mas questiono ele tem condições para ir à busca de algo?
É fácil julgar pelo que vemos. Porque não questionar o que faz uma pessoa chegar a viver em condições que nem animais de rua conseguem viver?
Olhar um adulto e ver pele e osso, onde estes ossos podem ser contados, podemos também em pensar adiante e refletir sobre onde existe a pobreza e a miséria da alma humana que não consegue se compadecer com o sofrer do outro.
Quer aprender mais? Leia o livro que foi feito para pessoas maduras e com a mente aberta para que talvez seu coração seja tocado pelas palavras que contém este livro e seja mais um ser que aja com misericórdia sobre seu semelhante.
Venha fazer a diferença!